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Arcanjo deve ser solto na próxima segunda-feira após mais de 14 anos de cadeia
20/02/2018 13:47 em Cidades

O  Ministério Público Estadual, é contra a soltura de Arcanjo e  apontou que a soltura do ex-bicheiro representa risco.

 

O ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro deve deixar a prisão na próxima segunda-feira (26). A decisão é do  juiz Jorge Luiz Tadeu Rodrigues, da Vara de Execuções Penais de Cuiabá, que determinou pela progressão para o regime semiaberto. Ele que está no  presídio Pascoal Ramos é solto após 9 meses e 13 duas preso.

Arcanjo terá audiência admonitória no dia 26 de feveiro, para  ser submetido as medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica. O  Ministério Público Estadual, é contra a soltura de Arcanjo e  apontou que a soltura do ex-bicheiro representa risco a ordem pública, pois ele pode voltar a delinquir.

Na decisão, o juiz Jorge Tadeu destaca que Arcanjo já ostenta direito a progressão para o regime semiaberto desde 26 de agosto de 2017, ou seja, a mais de 6 meses. Nesta época, Arcanjo ainda estava cumprindo pena no presídio federal de Mossoró, Rio Grande do Norte. 

“Quanto a este requisito, observa-se que o Ministério Público interpôs Agravo em Execução, o qual se encontra aguardando apresentação das contrarrazões da Defesa, para após, em sendo mantida a decisão, ser remetido ao Tribunal de Justiça”, diz a decisão.

O magistrado pontuou ainda que Arcanjo passou por exames psiquiátricos em 2016 e 2017, que apontaram que ele ostenta “aspectos psicológicos normais.

Na decisão, o magistrado destacou que não existe nenhuma ordem de prisão preventiva contra o ex-bicheiro. 

“Ora, este Juízo tem entendido que se o penitente no cumprimento da pena, supostamente praticou crimes dolosos e, por decisão dos juízes responsáveis pela instrução entendeu-se pela possibilidade da sua soltura, para que aguarde o desfecho das referidas ações penais em liberdade, em observância aos ditames do Código de Processo Penal, que prevê a prisão preventiva como a “última ratio”, não seria consentâneo ao juiz da probabilidade, "in casu", o da execução penal, interpretação prejudicial ao penitente, negando-lhe a progressão pretendida com base na mera probabilidade de uma possível nova condenação. Quando esboça esse entendimento, permitindo ao acusado que aguarde em liberdade o deslinde da causa, o magistrado do processo de conhecimento firma a desnecessidade da prisão, ao não vislumbrar a presença dos requisitos da custódia cautelar. Logo, não se vê risco de fuga, como verbera a douta representante do Ministério Público, tampouco, vislumbra-se prejuízo à colheita de provas”. (informações Folha Max).

Em tempo:  Se João Arcanjo é ex-bicheiro, que está comandando o jogo do bicho atualmente no estado? 

Hoje o jogo do bicho esta tecnologico.  Em todos os municipios existem os cambistas de posse das maquinas tipo, maquinas de cartões/recarga de celulares, onde voce aposta em qualquer esquina e ja sai com sua pule do jogo.  

Com a palavra a Policia, o Governo?

 

 

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