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Jandir Milan, Empresário que criticou grevistas recebe do governo Taques ilegalmente
28/06/2016 12:22 em Politíca

Abaco Tecnologia, cujo proprietário é o presidente da Fiemt, Jandir Milan, é uma feliz fornecedora do governo do estado, que sob Pedro Taques catapultou o contrato 013, celebrado em 2010, para além dos 60 meses previstos na Lei 8.666.

Dados do Fiplan revelam que a empresa do homem que resolveu bater nos servidores para agradar o governador, está pendurado no cofre público mesmo já tendo vencido o prazo de seus contratos, mas continua recebendo ilegalmente, sob os escombros do Tribunal de Contas, que também contratou Milan para fazer um esquema milionário com um software que é empurrado nas prefeituras. Alguns empenhos emitidos em favor da Abaco, chegam ao cúmulo de trazer a informação que a despesa seria "não aplicável a licitação", informação esta que contradiz com as normas da administração pública.

Assim como a Ábaco, a DSS tem o contrato 96/2010 que consta no Processo de Licitação, na Modalidade PREGÃO N.º 048/2009/SENF/SEFAZ. O contrato já possui 6 aditivos, e pela lei de licitações o prazo máximo para ser aditivado seria de 5 anos, já extrapolado portanto, e o governo deve continuar pagando até julho. A última tungada da DSS foi um naco R$ 1 milhão de reais recebido em maio de 2016, conforme informações do fiplan.

Dentro da ótica da legislação atual, pode se dizer que tais pagamentos são ilegais, e devem encontrar algum procurador disposto a verificar.  Assim como a Ábaco e DSS, muitos contratos estão sendo aditivados ad eternum pelo governo, que descobriu o caminho das pedras ao deixar vencê-los para poder aditivar,  pegar carona ou mesmo contratar sem dispensa, concretizando contratos verbais, abolidos pela lei 8.666/93.

Alguns pagamentos, ocorreram na forma de indenizações, sob orientação da própria controladoria do estado que emitiu uma nota técnica orientando a contabilização e sugerindo nova licitação ainda no ano de 2015, o que até a presente data não ocorreu. Assim como no TCE, Milan deve estar criando uma estratégia para se evitar a concorrencia e abocanhar novos contratos podendo até mesmo evitar o processo licitatório, declarando-se dispensa ou inegibilidade, pratica que já se tornou corriqueira na atual gestão.



fonte: muvuca popular

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