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Rádio Patrulha, noticias policiais
01/04/2019 09:22 em Polícia

Casal brutalmente assassinado com mais de cem facadas é identificado.

 

Um casal que foi assassinado com mais de cem facadas, na última sexta-feira (30), foi identificado como Elisângela Barradas do Nascimento e Francisco Rosa Carvalho. O duplo homicídio ocorreu em uma estrada aos fundos do bairro Jardim Califórnia, em Sorriso (398 km de Cuiabá).

De acordo com a perícia, Elisângela foi golpeada 76 vezes, enquanto Francisco levou 54 facadas. Os dois moravam juntos no bairro Jardim Califórnia, e chegaram a responder processos.

Conforme apurou o site JK Notícias, Francisco tinha condenações que somavam 14 anos e dois meses de prisão, além de responder a inúmeros processos. Ele teve progressão do regime fechado para o semiaberto e deixou o Centro de Ressocialização de Sorriso no dia 7 de março.

A Polícia Civil ainda investiga a motivação do crime, além dos suspeitos.

 

 

Após estuprar idoso de 64 anos, homem é esfaqueado por primo da vítima.

 

Um homem de 28 anos, identificado pelas iniciais M.A.B., foi preso no sábado (30) após estuprar um idoso de 64 anos, em Cáceres (217 km de Cuiabá). O suspeito levou uma facada no braço do primo do idoso, J.C.O.CO, de 31 anos, quando tentou invadir novamente a casa da vítima.

De acordo com informações do site Nortão Notícias, a Polícia Militar foi acionada primeiramente para atender uma vítima de esfaqueamento, no bairro DNER. Aos policiais, M.A.B. relatou que o homem que o esfaqueou ainda estava nas imediações.

Ao encontrarem o então suspeito J.C.O.C., ele confessou ter dado a facada, porém, informou que M.A.B. teria estuprado seu primo de 64 anos, na tarde de sexta-feira (29).

Por volta de 15h de sábado (31), o suspeito teria retornado para a residência, na tentativa de estuprar o idoso novamente. Entretanto, ele foi surpreendido pelo primo da vítima, que em posse de uma faca, desferiu um golpe no braço de M.A.B.

Após o relato, os PMs interrogaram o idoso, que confirmou ter sido estuprado pelo suspeito. A vítima ainda informou que sente muitas dores em decorrência da violência.
M.A.B então foi registrado como suspeito e encaminhado ao Centro Integrado de Segurança e Cidadania (CISC). Durante depoimento, ele afirmou que estava sob efeito do álcool.

A Polícia Civil investiga o caso.

 

 

Mulher sofre tentativa de estupro por homem que se passava por policial no Tinde

Uma mUma mulher, que não teve seu nome revelado, foi vítima de uma tentativa de estupro e ameaça de morte por um homem que se passava por um policial no aplicativo de relacionamentos 'Tinder'. A moça conta que tomou todos os cuidados necessários quanto ao encontro, mas foi surpreendida pela situação que passou. A Delegacia de Gerência de Combate a Crimes de Alta Tecnologia (Gecat) da Polícia Jurídica Civil, fez um alerta.

A vítima explica que depois do match dado com suposto policial, chegou suas informações na página da pessoa no Facebook e descobriu ter uma amiga em comum. Por conta disso, perguntou se conhecia o policial pessoalmente e a amiga confirmou. Apesar da confirmação, o encontro só aconteceu após algumas semanas de conversa.

No dia do encontrando, os dois combinaram que ele iria buscar ela por estar sem carro. Durante o encontro, ao ser contrariado, o rapaz teve um surto com a moça, batendo em objetos e começou a xingá-la, chegando a ameaça-la deixar para trás. Por conta da situação, a vítima chorou e pediu para ir embora.

Na volta, o policial a ameaçou, dizendo ter passagem pela polícia 19 vezes, sendo que “mais um não vai mudar em nada a minha história”. A vítima explica que, ao parar o carro, pediu para que ele desse o dinheiro gasto no encontro. Ele perguntou se achava que ele estava brincando, sacando uma arma. “Quando saí do carro, fechei o olho e só andei para frente, porque na minha cabeça ia me dar um tiro nas costas”, conta.

Chegando em casa, a vítima pesquisou o nome do homem na internet e descobriu que ele se passava por policial, era agiota e havia sido preso após o encontro por porte ilegal de arma. O homem também estava envolvido em diversos casos de violência sexual, estupro, morte e esquemas de corrupção. A vítima fez boletim de ocorrência.

“Todo mundo sabe que há riscos, mas nunca imaginamos que vai acontecer. É arriscado, quantas histórias já vimos de primeiros encontros que há estupro, assalto, mas cada um tem que saber o que faz e como cuidar da própria segurança”, conta.

Alerta virtual

O delegado da Gerência de Combate a Crimes de Alta Tecnologia (Gecat) da Polícia Jurídica Civil, Eduardo Botelho, explica que é preciso ter cuidado com estes aplicativos de relacionamento como: inserir poucas informações relacionadas à vida particular, trabalho e rotina, além de falar somente o necessário, como também não associar a conta no aplicativo às redes sociais.

É preciso tomar cuidado quanto aos dados inseridos nestes aplicativos porque, segundo delegado, não há filtros suficiente que garantam com que outras pessoas não criem perfis falsos a partir de pessoas reais. Quaisquer informações de documentos de identificação, como RG, CPF e data de nascimento é possível praticar crimes como estelionato, contra a honra pedofilia e outros.

Os cuidados também devem se dar assim que conhecer a pessoa. “Pesquise o perfil dela, pesquise o nome dela no Google para saber se não tem envolvimento anterior com a prática de crimes. Quando houver um encontro físico, que seja realizado em locais com um aglomerado maior de pessoas para que isso possa inibir pessoas mal-intencionadas”, alerta.ulher, que não teve seu nome revelado, foi vítima de uma tentativa de estupro e ameaça de morte por um homem que se passava por um policial no aplicativo de relacionamentos 'Tinder'. A moça conta que tomou todos os cuidados necessários quanto ao encontro, mas foi surpreendida pela situação que passou. A Delegacia de Gerência de Combate a Crimes de Alta Tecnologia (Gecat) da Polícia Jurídica Civil, fez um alerta.

A vítima explica que depois do match dado com suposto policial, chegou suas informações na página da pessoa no Facebook e descobriu ter uma amiga em comum. Por conta disso, perguntou se conhecia o policial pessoalmente e a amiga confirmou. Apesar da confirmação, o encontro só aconteceu após algumas semanas de conversa.

No dia do encontrando, os dois combinaram que ele iria buscar ela por estar sem carro. Durante o encontro, ao ser contrariado, o rapaz teve um surto com a moça, batendo em objetos e começou a xingá-la, chegando a ameaça-la deixar para trás. Por conta da situação, a vítima chorou e pediu para ir embora.

Na volta, o policial a ameaçou, dizendo ter passagem pela polícia 19 vezes, sendo que “mais um não vai mudar em nada a minha história”. A vítima explica que, ao parar o carro, pediu para que ele desse o dinheiro gasto no encontro. Ele perguntou se achava que ele estava brincando, sacando uma arma. “Quando saí do carro, fechei o olho e só andei para frente, porque na minha cabeça ia me dar um tiro nas costas”, conta.

Chegando em casa, a vítima pesquisou o nome do homem na internet e descobriu que ele se passava por policial, era agiota e havia sido preso após o encontro por porte ilegal de arma. O homem também estava envolvido em diversos casos de violência sexual, estupro, morte e esquemas de corrupção. A vítima fez boletim de ocorrência.

“Todo mundo sabe que há riscos, mas nunca imaginamos que vai acontecer. É arriscado, quantas histórias já vimos de primeiros encontros que há estupro, assalto, mas cada um tem que saber o que faz e como cuidar da própria segurança”, conta.

Alerta virtual

O delegado da Gerência de Combate a Crimes de Alta Tecnologia (Gecat) da Polícia Jurídica Civil, Eduardo Botelho, explica que é preciso ter cuidado com estes aplicativos de relacionamento como: inserir poucas informações relacionadas à vida particular, trabalho e rotina, além de falar somente o necessário, como também não associar a conta no aplicativo às redes sociais.

É preciso tomar cuidado quanto aos dados inseridos nestes aplicativos porque, segundo delegado, não há filtros suficiente que garantam com que outras pessoas não criem perfis falsos a partir de pessoas reais. Quaisquer informações de documentos de identificação, como RG, CPF e data de nascimento é possível praticar crimes como estelionato, contra a honra pedofilia e outros.

Os cuidados também devem se dar assim que conhecer a pessoa. “Pesquise o perfil dela, pesquise o nome dela no Google para saber se não tem envolvimento anterior com a prática de crimes. Quando houver um encontro físico, que seja realizado em locais com um aglomerado maior de pessoas para que isso possa inibir pessoas mal-intencionadas”, alerta.

OLhar Direto

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