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RÁDIO PATRULHA - Noticias policiais
02/04/2019 08:26 em Polícia

Jovem é espancada pelo companheiro e internada em estado grave no Pronto-Socorro.

 

Ao ser algemado, Givanildo disse que iria matar a companheira. A PM quando entrou na residência encontrou a vítima nua e toda ensanguentada.

ma jovem de 24 anos foi brutalmente espancada pelo companheiro, na madrugada desta segunda-feira (01), no bairro Jardim Europa em Cuiabá-MT, e devido as agressões e gravidade dos ferimentos, a vítima encontra-se internada no Pronto-Socorro da Capital.

Segundo o boletim de ocorrências, o irmão da vítima chegou até a base da PM no bairro Beira Rio para denunciar as agressões que a irmã estava sofrendo. Segundo a testemunha, Givanildo Carvalho de Souza, 40, chegou na residência e encontrou a namorada com outro homem e passou a agredir o rapaz que a acompanhava. Não satisfeito perseguiu a namorada até dentro do imóvel onde começaram as agressões contra a companheira.

De acordo com o solicitante Givanildo arrancou a roupa da namorada e passou a agredi-la com socos e chutes e como não conseguiu conter o agressor, a testemunha pediu apoio da polícia que imediatamente foi ao local e encontrou o suspeito saindo do imóvel todo sujo de sangue.

Ao ser algemado, Givanildo disse que iria matar a companheira. A PM quando entrou na residência encontrou a vítima nua e toda ensanguentada. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) socorreu a vítima em estado grave e a encaminhou ao Pronto-Socorro.

O jovem que acompanhava a vítima e também foi agredido, não foi encontrado pela polícia. O suspeito permanece detido e passará por uma audiência de custódia nesta segunda-feira (01).

 

 

Padrasto é preso acusado de tentar estuprar a enteada de 14 anos em MT

 

ma adolescente de 14 anos, sofreu uma tentativa de estupro neste domingo (31), praticada pelo seu padrasto de 40 anos de idade, que foi preso em flagrante pela Polícia Militar, em uma residência no bairro Jardim Maria Tereza, no município de Rondonópolis (212 km de Cuiabá-MT).

Segundo as informações locais, vizinhos acionaram a Polícia Militar, após ouvir a adolescente gritando por socorro no imóvel. Ao chegar ao endereço solicitado, a PM em conversa com a garota foi informada pela vítima que há um mês seu padrasto passou a ter ciúmes dela e disse que estava amando a adolescente.

No dia do fato, a garota disse que o padrasto passou a acaricia-la e tentou agarra-la, mas a vítima conseguiu escapar e se esconder no banheiro. Não satisfeito com a recusa, o suspeito arrombou a porta do banheiro e tentou estuprar a adolescente que começou a gritar.

Detido, o acusado negou as denúncias da enteada e disse que só arrombou a porta do banheiro, pois a garota estava com celular trancada e queria repreendê-la. Na delegacia, a mãe da vítima ainda informou que já foi agredida em outra ocasião pelo companheiro.

Diante dos fatos o suspeito segue detido e a disposição da justiça.

 

 

Após 10 dias internado, detento que foi espancado na PCE morre no Pronto-Socorro

 

O presidiário que cumpria pena por furto, roubo qualificado, ameaça e tráfico de drogas, não resistiu às agressões e morreu.

 

detento Paulo Ricardo Tavares de Almeida, 29, morreu na noite deste domingo (31) no Pronto-Socorro de Cuiabá, após ficar dez dias internado na unidade de saúde, depois de ter sido espancado por companheiros de cela na Penitenciária Central do Estado (PCE).

De acordo com a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), Paulo foi agredido no dia 21 de março pelos companheiros que estavam detido no raio 4 da PCE. A equipe de saúde da unidade prisional socorreu o detento bastante ferido e acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que encaminhou a vítima ao Pronto-Socorro da capital.

O presidiário que cumpria pena por furto, roubo qualificado, ameaça e tráfico de drogas, não resistiu às agressões e morreu. O corpo de Paulo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde será identificada a causa morte do detento.

Um procedimento administrativo disciplinar interno foi instaurado para apurar a responsabilidade das agressões. A Polícia Civil por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) passa a investigar o caso.

 

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